Soa familiar?
- Paciente que marca e não aparece — e ninguém confirmou na véspera.
- Prontuário em papel ou espalhado em pastas, difícil de achar e arriscado de guardar.
- Financeiro no Excel: repasse de profissional, recebíveis e inadimplência só aparecem no fim do mês.
- Convênios com regras diferentes, glosas e faturamento feitos à mão.
O que construímos para resolver
Cada projeto parte do diagnóstico — esta é a base que costuma entrar.
Agenda com confirmação automática
Lembrete por WhatsApp ou e-mail, remarcação e lista de espera para encaixe.
Prontuário eletrônico
Modelos por especialidade, anexos e histórico do paciente num lugar só, com acesso por perfil.
Financeiro da clínica
Contas a receber, repasse por profissional e relatórios por unidade.
Convênios e faturamento
Regras por convênio e conferência das guias antes de enviar.
Portal do paciente
Agendamento online, documentos e orientações sem depender da recepção.
Integrações
Laboratório, emissão de nota e os sistemas que a clínica já usa.
Um sistema que já construímos para o setor
Talvez você não precise de sob medida
Para muitos casos, um produto pronto resolve — e este nós mesmos operamos.
Do diagnóstico ao sistema no ar
Diagnóstico
Uma conversa para entender o problema, o processo de hoje e o que dá errado. Saímos dela sabendo se o caminho é sob medida ou um produto pronto.
Escopo em uma página
O que entra, o que fica de fora, prazo e investimento — escritos numa página que você entende antes de assinar qualquer coisa.
Entregas semanais
Toda semana você vê e usa uma parte funcionando. Ajustes entram no ciclo seguinte, não no fim do projeto.
Operação e suporte
Colocamos no ar, acompanhamos o uso e seguimos evoluindo o sistema com você depois da entrega.
Perguntas frequentes
É melhor um sistema pronto ou sob medida para a minha clínica?
Se o seu atendimento segue o fluxo padrão, comece pelo pronto — custa menos e está no ar amanhã. Sob medida faz sentido quando a equipe tem um protocolo próprio, precisa de uma integração que o pronto não tem ou a mensalidade por usuário já pesa. No diagnóstico dizemos qual indicaríamos, mesmo que seja o produto de outra empresa.
Dá para trazer os dados do sistema que uso hoje?
A migração é planejada no escopo: pacientes, agenda futura e histórico. O que dá para trazer depende de como o sistema atual exporta os dados — isso é verificado no diagnóstico, antes de qualquer compromisso.
E a LGPD?
Dado de saúde é sensível, e o sistema é desenhado para isso desde o início: acesso por perfil, registro de quem viu o quê e cópias de segurança.