Soa familiar?
- O sistema sai do ar e ninguém sabe dizer quando volta — nem se os dados estão salvos.
- O servidor fica numa sala da empresa, envelhecendo, e só uma pessoa sabe mexer nele.
- A conta da nuvem cresce todo mês e ninguém consegue explicar por quê.
- Cada atualização do sistema é um evento de risco, feito de madrugada e com medo.
O que fazemos — e o que cada termo quer dizer
Cada projeto parte do diagnóstico — esta é a base que costuma entrar.
Recuperação de desastres
O "Disaster Recovery": cópias de segurança testadas e um roteiro para voltar ao ar se um servidor, um datacenter ou um ataque derrubar tudo — com o tempo de volta combinado antes, não descoberto na hora.
Migração para a nuvem
Tiramos o sistema do servidor da empresa (o "on-premise") e levamos para a nuvem em etapas planejadas, para a operação parar o mínimo possível. Você deixa de comprar e manter máquina.
Kubernetes
Uma forma de organizar os sistemas para que se multipliquem sozinhos quando o acesso cresce e se reiniciem quando algo trava. Indicamos só quando faz sentido para o seu tamanho — nem toda empresa precisa.
Banco de dados
É onde ficam clientes, vendas e histórico. Cuidamos de desempenho, cópias de segurança, réplicas e migração, para o sistema não ficar lento nem perder informação.
DevOps
Publicar uma versão nova do sistema vira um processo automático, com testes antes de entrar no ar — e deixa de depender de uma pessoa específica.
SRE (confiabilidade)
Monitoramento, alertas e metas de disponibilidade: ficamos sabendo que algo caiu antes do seu cliente, resolvemos e atacamos a causa para não repetir.
O que muda para a sua empresa
Sistema no ar
Disponibilidade com meta combinada e plano para quando algo falhar.
Custo previsível
Revisão da conta da nuvem: você paga pelo que usa e sabe por que paga.
Dados protegidos
Acessos controlados, cópias de segurança testadas e atualizações em dia.
Independência
Tudo documentado e automatizado — a operação não depende de uma pessoa só.
Do diagnóstico ao sistema no ar
Diagnóstico
Uma conversa para entender o problema, o processo de hoje e o que dá errado. Saímos dela sabendo se o caminho é sob medida ou um produto pronto.
Escopo em uma página
O que entra, o que fica de fora, prazo e investimento — escritos numa página que você entende antes de assinar qualquer coisa.
Entregas semanais
Toda semana você vê e usa uma parte funcionando. Ajustes entram no ciclo seguinte, não no fim do projeto.
Operação e suporte
Colocamos no ar, acompanhamos o uso e seguimos evoluindo o sistema com você depois da entrega.
Perguntas frequentes
Minha empresa é pequena. Isso é para mim?
Se o seu faturamento para quando o sistema cai, sim. O tamanho muda a solução, não a necessidade: para muitas empresas o passo certo é um bom plano de backup e monitoramento, não uma estrutura complexa.
Preciso tirar tudo do servidor que tenho hoje?
Não necessariamente. No diagnóstico avaliamos o que vale levar para a nuvem, o que pode continuar onde está e em que ordem fazer, para a operação não parar.
Com quais nuvens vocês trabalham?
Temos especialistas em AWS, Microsoft Azure, Google Cloud (GCP), DigitalOcean e servidores dedicados, além de ambientes híbridos. A escolha sai do diagnóstico: custo, onde estão seus usuários e o que o sistema precisa — não a nossa preferência.
Vocês cuidam depois da migração?
Sim. A operação contínua — monitoramento, alertas, atualizações e ajustes de custo — é justamente o trabalho de SRE e pode ser contratada depois da migração.
Não entendo nada desses termos. Tem problema?
Nenhum. Explicamos cada decisão em termos de risco, prazo e custo para o seu negócio — é para isso que existe o diagnóstico.